Mostrando postagens com marcador Xô golpistas!. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Xô golpistas!. Mostrar todas as postagens

dezembro 18, 2015

XÔ, GOLPISTAS!







As decisões do Supremo Tribunal Federal sobre o rito de processo de impeachment contra qualquer presidente da república deixaram claro, claríssimo, que qualquer açodamento que descumpra a Constituição e as leis do País é sinal de golpe.

O que a oposição tentou fazer com a presidenta Dilma Rousseff é golpe, não passa de uma suja e lamentável tentativa de golpe.

Porque, se eles têm razão para o afastamento da presidenta, que sigam a lei, que apresentem os fatos e os motivos de tal afastamento dentro do ritual legal, não com manobras e tentativas de burla do processo.

Além disso, as falas de vários juízes do STF deixaram também claro que o processo de afastamento de um presidente constitui um rito complexo, de grande impacto na vida pública do País. E mais: é um ato de caráter e natureza política, que deve ter regras claras e precisas, para que o trauma do impedimento de um chefe de Estado e de Governo não se transforme numa crise de tal proporção, que transtorne a normalidade jurídica tão duramente conquistada.

Ficou, repito, um recado claro: somos uma democracia em construção e, para que essa democracia se consolide, é necessário que as instituições funcionem de forma plena, com o cumprimento da Constituição e das leis, sem o açodamento e a selvageria golpista de aventureiros e ressentidos.

Enfim, mandou para o povo brasileiro um “xô, golpistas” que deve levar a oposição – se ela quiser prosseguir na aventura do impedimento – a respeitar as leis do País, a não concordar ou até a incentivar movimentos que pedem intervenção militar e outras asneiras que se ouviram pelas ruas. Que a oposição compreenda de uma vez por todas o que é democracia e como deve ser jogado o jogo da democracia.

Ou isso, ou estará condenada a ser oposição para sempre!

Porque o povo brasileiro vai compreender o recado que recebeu.



(P.S.: o fato é ainda mais relevante, se considerarmos a índole oposicionista de vários juízes da atual turma do STF!)